A difícil arte de blogar

15 de agosto de 2017

blogar

Ou chegamos a metade do BEDA

15 posts completados. 15 posts completos publicados in a row. 15 dias que sento em frente ao computador e falo uma pá de coisas sem nexo e sentido. Isso é um milagre que nunca imaginei ser possível acontecer na história do Prateleira de Cima. E a única coisa que consigo pensar é:

onde eu estava com a cabeça para ter pensado em fazer essa loucura na minha vida meu Deus quero morrer.

Estou à beira de desistir.

Quando eu me propus a fazer essa merda loucura há 15 dias atrás, eu sabia que seria complicado e desafiante e o meu medo maior era que ficaria sem pauta ou tempo para fazer. Pauta até tenho, tempo que não. E nos últimos dias tenho começado a mostrar sinais de que não conseguirei manter os 31 posts no qual havia me comprometido a fazer.

E isso para mim é frustrante. Porque se eu pudesse, escrevia todo dia aqui. E a única coisa que me impede é o tempo.

Eu amo blogar. Já declarei isso por aqui milhares de vezes. Queria fazer isso todos os dias da minha vida, mas blogar é tipo um hobby e por mais que a gente queira dedicar todo o nosso tempo fazendo aquilo que gostamos de fazer, tem sempre as responsabilidades surgindo para tomar conta do nosso tempo.

Blogar para mim é sensacional. Até falei um pouco sobre em um vídeo lá no canal. Eu adoro compartilhar as coisas aqui com vocês. O que ando lendo, vendo, as minhas viagens e passeios, meu pensamentos. Um pouquinho da minha vida é retratada nesse cantinho online. Me faz bem, principalmente para mim que moro longe dos amigos e familiares.

Não é falta de criatividade, de inspiração ou de pauta. O que falta é tempo. O tempo que não tenho para poder compartilhar os meus pensamentos, as coisas que tenho vivido, visto e experimentado por aí. É ele que me impede de produzir conteúdos bacanas e mostrar para vocês e de poder me dedicar ao coisa que mais me dá prazer: blogar. A minha pasta de rascunhos está lotado de posts incompletos, ideias que surgem e diários de viagem que fiz há mais de um ano atrás.

Tem hora que fico tão frustrada por não conseguir sentar e escrever algo por aqui, que até rola uma bad, sabe. Uma vontade de fechar tudo e esquecer essa ideia louca de escrever por aqui. Principalmente, depois que a gente tem algo bacana para falar ou um conteúdo legal que quero compartilhar e me deparo que alguém acabou de escrever a mesma coisa ou algo parecido em seu blog. E fico mal porque eu não fiz antes porque simplesmente não tive tempo.

Blogar para mim não consiste só em escrever no Prateleira de Cima, mas também poder ler outros blogs, conversar com as cantinhos das pessoas que também decidiram compartilhar um pouco da vida delas pela internet, trocar ideias, aprender com os comentários e conhecer novas formas de ver o mundo através dos mais variados relatos de amigos.

Eu queria escrever mais aqui. Eu queria ter o tempo que eu tinha no início do blog e não aproveitei. Talvez agora eu estaria escrevendo mais por aqui. Talvez eu poderia estar ganhando dinheiro com os meus textos. Talvez? Talvez! Mas seu eu sumir daqui vocês já sabem: é porque mais uma vez eu fiquei sem tempo.


Mil beijos e até mais!

 

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2 comentários no blog
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  • Reply Ramina Xavier 15 de agosto de 2017 at 23:44

    Karin, não é fácil, verdade. Mas, se serve de consolo, tá sendo assustador de formas diferentes pra cada uma de nós. Não desiste não, só se for impossível mesmo! Afinal, ninguém é de ferro. Essa questão do tema repetido faz SUPER parte amiga, eu já copiei tema e fiz referência a quem fez antes de mim. É até legal. Enfim, obrigada pela indicação do texto, vou ficar por aqui contigo nos próximos dias de BEDA. <3

  • Reply Larissa Zorzenone 19 de agosto de 2017 at 15:55

    Oi Karin.
    Queria que nossos dias tivessem mais horas livres. Queria que tivéssemos mais tempo pra fazer aquilo que realmente nos importamos. É algo difícil, complicado. E muitas pessoas menosprezam… Eu amo essa difícil arte de blogar e me entrego a ela. Com tempo, sem tempo, sem inspiração… A gente luta. Quem sabe um dia as coisas mudam?

    Vidas em Preto e Branco

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