Gel de Banho Rose Jam, da Lush

4 de dezembro de 2016

Rose Jam

Se alguém me perguntar qual foi a compra de beleza que valeu a pena eu ter feito esse ano de 2016, eu responderei na hora que foi o saldão de natal que a Lush Brasil fez lá no início do primeiro semestre. E um dos produtos que comprei e amei foi o Gel de Banho Rose Jam.

O Rose Jam é um gel de banho e faz parte da linha especial que a marca traz sempre no período do Natal, portanto está disponível nas lojas apenas em uma época do ano.

O absoluto de rosa da Turquia e o condicionante óleo de Argan dançam em uma inebriante fragrância floral por toda a pele, deixando um suave e duradouro perfume.
As pétalas usadas para fazer os requintados óleo e absoluto de rosas são colhidas à mão ao amanhecer, em Senir na Turquia, quando estão mais aromáticas e tem seu mais delicioso aroma.
A doce infusão de baunilha combinada com o poder de limpeza do óleo de limão e o frescor do suco de goji berry dão um toque refrescante à este gel floral inspirado pela geléia de rosas da Turquia.
Então ensaboe-se e cheire as rosas!

Rose Jam

Rose Jam – pontos positivos

Quando soube da promoção, comprei mas por causa do preço bem atrativo que ele estava. Não tinha visto nenhum review e nem havia conhecido o produto nas lojas. Então foi um tiro no escuro. E acertei no alvo.

Três coisas que gostei muito nele: o cheiro, a hidratação e o rendimento. O Rose Jam tem um cheiro de rosas bem gostoso que após aqueles banhos de uma hora, traz um frescor e, por incrível que pareça, uma paz e calma que só consigo pensar em relaxar após usá-lo. Apesar de não ter morango na composição, o cheirinho lembra o cheirinho de uma bala de morango que tem embalagem imitando a fruta que eu chupava muito na infância. Pelo menos é assim que eu associo o cheiro. É bem docinho e quem não gosta muito desse tipo de cheiro, recomendo ir até a loja e experimentar para saber se irá investir ou não no gel.

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Já sobre a hidratação, o gel deixa a pela hidratada de uma forma que não sei muito bem explicar. Normalmente, eu tomo banho e faço uso do sabonete normal para tirar as sujeirinhas do dia. Depois eu passo o gel, às vezes com esponja, outras só com a mão mesmo. Sinto que após o uso do gel, a minha pele recupera a hidratação (ou pelo menos se equilibra) que o sabonete retirou. Ela não fica com a sensação de que estão esticando, principalmente depois de banho quente, o que aqui em SP é quase inevitável (saudades banhos frios). O toque da pele fica diferente, sinto que fica mais viçosa e com um pouco de brilho, que deve ocorrer por causa do equilíbrio da hidratação.

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Posso falar que o rendimento desse produto já tinha ganhado meu coração antes mesmo dos outros pontos. Ele rende muuuuitooo. Colocando apenas a quantidade parecida com uma moeda de um real dá para usar no corpo todo durante o banho. Usando uma esponja, dá para colocar até mais um pouco e ter uma experiência embaixo do chuveiro bem agradável. Faz bastante espuma o que super ajuda

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Rose Jam – pontos negativos

O ponto negativo que tenho a dizer desse gel vocês já devem saber: o preço. Sim, ele é bem carinho e o pote menorzinho com 100g está custando R$42. É complicado pois é um produto importado e com ingredientes frescos e toda a proposta que a marca tem, acaba tornando-os um pouco mais caros. Mas ainda be que há saldão e promoções que sempre ajudam a investir nesses produtos que realmente valem a pena.

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Se tiverem interesse de saber mais informações sobre o Gel de banho Rose Jam, recomendo visitarem a loja e conhecerem esse e talvez outros produtos da marca antes de fazerem qualquer investimento. Vale lembrar que o gel é um produto de edição limitada e fica disponível para vendas somente no final do ano nas lojas física e online.


Mil beijos e até mais!

Pensei que fosse verdade, de Huntley Fitzpatrick

27 de novembro de 2016

Pensei que fosse verdade

Mais uma leitura completada esse ano e o livro da vez é o Pensei que fosse verdade, da autora Huntley Fitzpatrick.

“O PARAÍSO À BEIRA-MAR.”
“O SEGREDO MAIS BEM GUARDADO DA NOVA INGLATERRA.”
A ilha de Seashell, onde passei minha vida inteira, é tudo isso e muito mais. No entanto, a única coisa que eu quero é ir embora daqui.
Gwen Castle nunca quis tanto dizer adeus à sua ilha natal quanto agora: o verão em que o Maior Erro da Sua Vida, Cassidy Somers, aceita um emprego lá como faz-tudo. Ele é um garoto rico da cidade grande, e ela é filha de uma faxineira que trabalha para os veranistas da ilha. Gwen tem medo de que esse também venha a ser o seu destino, mas, justamente quando parece que ela nunca vai conseguir escapar do que aconteceu – ou da ilha –, o passado explode no presente, redefinindo os limites de sua vida. Emoções correm soltas e histórias secretas se desenrolam, enquanto Gwen passa um lindo e agitado verão lutando para conciliar o que pensou que fosse verdade – sobre o lugar onde vive, as pessoas que ama, e até ela mesma – com o que de fato é.

Essa foi a primeira vez que tive contato com a Fitzpatrick e me surpreendi com a escrita. Ela escreve de forma simples histórias sérias. O leitor embarca de forma gradativa na trama, se ambientando ao local que irá passar a história, conhecendo os personagens e entendo o enredo. É uma leitura tranquila e leve. Os personagens são pessoas comuns com vidas comuns e adoro histórias assim. Não há nenhum absurdo na construção do enredo. O narrador é em primeira pessoa e a história é contada através dos olhos e impressões de Gwen.

Pensei que fosse verdade

Me identifiquei muito com a Gwen. Ela é uma adolescente normal, vivendo as dificuldades e descobertas em se tornar adulta. Sua vida é rodeada de coisas comuns, coisas que qualquer adolescente da idade dela possa fazer ou que pode experimentar. Cass é um garoto tranquilo. Por sua família ter uma condição financeira boa, todo mundo espera um certo estereótipo, mas ele se revela um menino comum, cheio de incertezas e imperfeições. O romance entre os dois não é o foco central desse livro, mas é o que norteia a história ao longo de toda trama.

Os outros personagens nos traz outras e novas possibilidades. Jovens com diferentes anseios e sonhos que os guiam para diferentes direções. A história mostra o desenvolvimento e amadurecimento de jovens que estão caminhando para a vida adulta de possibilidades  Podemos ver outras possibilidade

O livro tem um projeto bem bacana e que acompanha o design do outro livro da autora (Minha vida mora ao lado) publicado pela Editora Valentina. Eu não tenho e nem li o primeiro mas as capas de ambos os livros combinam e ficam fofinhas na estante. Os detalhes gráficos nas páginas e o miolo com as páginas amarelas tornam a leitura agradável. Recomendo a história para quem tem interesse em um romance jovem e reflexões sobre o  começo da vida adulta, recheado com um enredo baseado na amizade e nos relacionamentos familiares e amorosos.

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Pensei que fosse verdade
Autora: Huntley Fitzpatrick | Editora: Valentina
Páginas: 336 | ISBN: 9788558890069
Skoob | Goodreads

Para ler: Amazon | Saraiva | Livraria CulturaSubmarino


Mil beijos e até mais!

Um amor chamado Gilmore Girls

25 de novembro de 2016

Gilmore Girls

Por volta dos meus 15 anos, descobri em uma manhã de domingo (obrigada SBT), uma série que falava sobre relacionamento entre mãe e filha. Mas não uma série qualquer, e sim TAL MÃE, TAL FILHA. O primeiro nome no qual tive contato para aquilo que iria se tornar a minha série favorita de todos os tempos (acho que não haverá outra em toda a história da minha existência): Gilmore Girls

O amor foi à primeira vista, sim. Quase que na primeira cena. Não tinha como me encantar por um seriado que tratava sobre os mais diversos assuntos relacionados a minha idade: relação entre mãe e filha; gravidez na adolescência; criação rígida; mudança de escola; primeiro amor; bullying; faculdade, sonhos e tantos outros temas que podem ou não fazer parte da vida de um adolescente e que continuam tão atuais mesmo depois de tantos anos da sua estreia.

Eu não sabia explicar bem a mágica que tinha ocorrido ali. Não saberia dizer se foi o fato de na mesma época viver uma relação conturbada com minha mãe, de me sentir acolhida pelas referências que eu identificava (ou não!), se pelo roteiro e diálogo contagiante ou por compartilhar o vício no café. Só sei que amei

Gilmore Girls

Sempre me senti um pouco diferente na adolescência. Meus gostos e preferências, desde música até o modo de me vestir, não acompanhavam muito os das meninas da minha idade. Minha opinião e interesse pelo mundo também era um tanto diferente. É claro que havia alguns aspectos que eu me comportava como a típica adolescente de 14, 15 anos. Mas ainda assim, me sentia diferente.

Assistia a série nas manhãs de domingo quando passava no SBT, mas efetivamente só até a 3ª temporada. Depois peguei alguns episódios aleatórios quando ia passar o final de semana na casa do meu pai que tinha TV por assinatura. Mas não consegui vê-la por completo. Sei o que aconteceu com alguns personagens, mas os detalhes não poderia explicar. Acabei comprando os DVDs com todas as temporadas há pouco tempo, mas nem assim consegui terminar de ver tudo.

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Gilmore Girls – a série

A série é um drama familiar (descobri que amo dramas familiares) e que fala sobre a relação entre Lorelai Gilmore, mulher inteligente, gerente de uma pousada e que se tornou mãe muito jovem, durante a adolescência. Rory é a filha inteligente, dedicada, amorosa e que não guarda segredos da mãe, que é a sua melhor amiga e confidente. A série retrata o cotidiano das duas personagens que vivem na pequena cidade de Stars Hollow e tratam dos mais variados assuntos como relacionamentos familiares, amor, amizade e descobrimento da vida adulta (no caso de Rory).

O texto rápido e cheio de referências de cultura pop, música e livros era um outro quesito que também tornava a série única. Era muito legal ver as coisas que eu curtia, ouvia e lia sendo representados em uma série de TV. Eu não me sentia tão estranha em ver The Bangles, Franz Ferdinand e Sylvia Plath sendo referenciados e entendia quase todas as piadas que elas personagens diziam.

A pegada feminista que a série transmitia também era algo fascinante para mim. Mulheres que fogem dos estereótipos, protagonistas do seu destino me inspiravam e mostravam que podíamos ser mais do que a sociedade e os “bons costumes” nos impõe. Claro que para uma garota adolescente sem muita noção do mundo e do papel nesse planeta, esses ideais não eram muito claros. Na época, ser feminista para mim era ser uma mulher que havia “queimado sutiãs” e lutado por direitos que eu mal entendia. Muito diferente da Karin de hoje, que sabe que ser feminista é sim ter “botado fogo em muita coisa”,  porém é lutar por igualdade em muitos níveis da sociedade e para manter um mundo mais justo entre os gêneros. Lorelai, Rory, Emily, Sookie, Lane, Paris e tantas outras personagens presentes na série nos mostram a mulher que podemos ser (ou que não podemos também, tá, é ok!). Minhas crenças femininas e feministas assim foram semeadas.

Mesmo tendo praticamente a mesma idade de Rory quando comecei a assistir o seriado, me identificava muito mais com a Lorelai. Sou muito fã da personagem e da atriz que a interpreta. Gosto tanto da Lauren Graham que comecei a assistir Parenthood (já contei que curto dramas familiares!) só por causa dela. Na época ela era o retrato do tipo de mulher que eu gostaria de me tornar quando adulta: responsável, independente, bem humorada e corajosa, mas também podemos notar que apesar disso ela ainda possuía um pouco da garota sonhadora que ela foi antes de engravidar. Acho que é isso que mais na personagem: ela nunca deixou de sonhar e conseguimos ver um pouco o seu lado menina que ela acabou tendo que deixar para trás para se tornar a mãe de Rory.

Gosto tanto da atriz que tenho o primeiro livro escrito por ela, o Quem sabe um dia, e já encomendei o segundo livro biográfico, Falando mais rápido que posso que será lançado no mês que vem.

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Gilmore Girls: um ano para recordar

Hoje, 25/0finalmente, é a estreia de Gilmore Girls: um ano para recordar, um revival que o Netflix produziu para todos os amantes dessa série genial. Quando soube dela há meses atrás, senti um calorzinho no coração, uma sensação de puro amor. Chorei copiosamente vendo o trailer e cantando bem alto a música tema, me sentindo abraçada pelas cenas. É lindo e é difícil saber que algo tão bom, tão legal, tem um fim e estou adiando o fim o máximo que eu posso (sou louca, eu sei).

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Estou ansiosa, muito ansiosa. Sei que mais cedo ou mais tarde sentirei o vazio. E pior: duas vezes. Mas sei que será lindo e muito feliz. A cada imagem que vejo, post de amigos no Facebook, fotos e vídeos no Instagram (eu sigo a conta da série @gilmoregirls) e os trailers é um misto de sentimentos que aparecem aqui no peito. Eu AMO Gilmore Girls e dedicarei e indicarei essa série para todas as mães e filhas e seus relacionamentos até o resto da minha vida.

Se você ainda não assistiu aproveite a oportunidade maravilhosa que o Netflix deu para todos do mundo todo e comece a se encantar pelas aventuras de Lorelai e Rory na companhia de muitos baldes de café. Quando eu finalmente tiver coragem e conseguir terminar de ver a série conto aqui para vocês.

E vocês, já assistiram a série? Estão ansiosos pelo revival do Netflix?? Nunca ouviram falar??? Contem me tudo nos comentários.


Mil beijos e até mais!

Anexos, da Rainbow Rowell

14 de novembro de 2016

Anexos

Já algum tempo que li esse livro, mas só agora que tomei vergonha na cara que consegui fazer essa resenha e mostrar o que achei desse livro.

“Oi, eu sou o cara que lê seus e-mails, e, sabe, eu amo você…” Beth Fremont e Jennifer Scribner-Snyder sabem que alguém está monitorando seus e-mails de trabalho. (Todo mundo na redação sabe. É política da empresa.) Mas elas não conseguem levar isso tão a sério, e continuam trocando e-mails intermináveis e infinitamente hilariantes, discutindo cada aspecto de suas vidas. Enquanto isso, Lincoln O’Neill não consegue acreditar que este é agora o seu trabalho – ler os e-mails de outras pessoas. Quando ele se candidatou para ser “agente de segurança da internet”, se imaginou construindo firewalls e desmascarando hackers – e não escrevendo um relatório toda vez que uma mensagem esportiva vinha acompanhada de uma piada suja. Quando Lincoln se depara com as mensagens de Beth e Jennifer, ele sabe que deveria denunciá-las. Mas ele não consegue deixar de se divertir e se cativar por suas histórias. No momento em que Lincoln percebe que está se apaixonado por Beth, é tarde demais para se apresentar. Afinal, o que ele diria…?
Fonte: Editora Novo Século

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Não lembro bem porque comecei a ler esse livro. Acho que foi porque estava precisando de uma leitura mais tranquila na época, principalmente porque estava as vésperas de finalizar o TCC. O livro é divertido, cheio de diálogos engraçados e situações um tanto quando inusitadas. O livro também retrata algumas questões das mulheres independentes como carreira, amor, casamento, filhos, entre outras dúvidas. Achei a parte dos emails bem interessante, mas teve momentos que achei a narrativa um pouco arrastada e que nada acontecia. No geral, a leitura cumpriu bem o seu papel para aquele momento que estava precisando.

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Anexos foi um dos primeiros livros da autora e talvez seja esse um dos motivos para que a experiência de leitura não tenha sido um sucesso. Apesar de ter me divertido com a leitura ao longo de todo o livro, mais uma vez, Rowell não me empolgou. Eu ainda não consigo achá-la cativante em seus livros. Já fiz a leitura de 2 outros títulos dela: Fangirl foi bom até certo ponto e curti muito a leitura de Kindred Spirits, mas era apenas um conto. Tenho outros títulos da autora aqui em casa para ler e espero que da próxima vez eu tenha uma experiência de leitura um pouco diferente e que os livros me surpreendam de alguma forma. Com certeza irei contar aqui como foi.

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O livro possui uma apresentação bem características dos livros da Editora Novo Século. O miolo é feito com folhas amarelas e que ajuda muito no conforto da leitura. Nas partes em que a história retrata as conversas através do e-mail entre as duas personagens, há uma diagramação um pouco diferente como pode ser observado nas imagens desse post. Era bem tranquilo e conseguíamos identificar bem quem estava falando o que. A capa do livro segue a proposta da capa original americana, mantendo o mesmo design. Mas ainda acho a capa da versão inglesa mais legal.

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Anexos podia ter sido um livro bem mais interessante. De qualquer forma, sei que há muita gente que gosta da escrita dela e que curtiu a leitura, mas essa obra não seria a minha primeira opção para indicação de leitura. Apesar do livro ter sido divertido e cheio de diálogos descontraídos e irreverentes, recomendo que vocês leiam algumas resenhas a mais pela internet antes de decidir se irão embarcar nessa leitura ou não. Como já disse anteriormente, o que é legal para mim, ás vezes não é bom para vocês e vice versa. Tudo uma questão de gosto.

Anexos (Attachments) 
Autora: Rainbow Rowell | Editora: Novo Século
Páginas: 366 | ISBN: 9788542804515
Skoob | Goodreads

Para ler: Amazon | Saraiva | Livraria Cultura | Submarino


Mil beijos e até mais!