Playlist de Cima: Carta de amor aos mortos

16 de agosto de 2017

Carta de amor aos mortos

Oi pessoas!

Hoje trouxe uma playlist que apesar do nome, não é para ficar triste. É para enaltecer o trabalho de tanta gente bacana, com um talento maravilhoso e que nos deixou trabalhos magníficos, deixando a sua marca nas calçadas da fama por esse mundão.

Criei essa playlist no Spotify depois da morte do George Michael que me deixou sem chão (até contei sobre nesse post aqui). Depois da notícia, eu precisava ouvir suas músicas e foi aí que surgiu a Carta de Amor ao Mortos.

Nessa playlist (que ainda está em construção), compartilho com vocês as músicas que mais gosto dos artistas que deixaram uma marca musical aqui na terra para gente. Tem George Michael (claro), Prince, David Bowie, Amy Winehouse, Etta James, Cássia Eller e até Mamonas Assassinas. Ela é uma playlist bem eclética e atemporal.

Deêm o play e divirtam-se.

Se tiverem alguma sugestão para aumentar e diversificar essa playlist amorzinho, deixa a indicação aí nos comentários. Vou adorar colocar mais músicas por aqui.


Mil beijos e até mais!

A difícil arte de blogar

15 de agosto de 2017

blogar

Ou chegamos a metade do BEDA

15 posts completados. 15 posts completos publicados in a row. 15 dias que sento em frente ao computador e falo uma pá de coisas sem nexo e sentido. Isso é um milagre que nunca imaginei ser possível acontecer na história do Prateleira de Cima. E a única coisa que consigo pensar é:

onde eu estava com a cabeça para ter pensado em fazer essa loucura na minha vida meu Deus quero morrer.

Estou à beira de desistir.

Quando eu me propus a fazer essa merda loucura há 15 dias atrás, eu sabia que seria complicado e desafiante e o meu medo maior era que ficaria sem pauta ou tempo para fazer. Pauta até tenho, tempo que não. E nos últimos dias tenho começado a mostrar sinais de que não conseguirei manter os 31 posts no qual havia me comprometido a fazer.

E isso para mim é frustrante. Porque se eu pudesse, escrevia todo dia aqui. E a única coisa que me impede é o tempo.

Eu amo blogar. Já declarei isso por aqui milhares de vezes. Queria fazer isso todos os dias da minha vida, mas blogar é tipo um hobby e por mais que a gente queira dedicar todo o nosso tempo fazendo aquilo que gostamos de fazer, tem sempre as responsabilidades surgindo para tomar conta do nosso tempo.

Blogar para mim é sensacional. Até falei um pouco sobre em um vídeo lá no canal. Eu adoro compartilhar as coisas aqui com vocês. O que ando lendo, vendo, as minhas viagens e passeios, meu pensamentos. Um pouquinho da minha vida é retratada nesse cantinho online. Me faz bem, principalmente para mim que moro longe dos amigos e familiares.

Não é falta de criatividade, de inspiração ou de pauta. O que falta é tempo. O tempo que não tenho para poder compartilhar os meus pensamentos, as coisas que tenho vivido, visto e experimentado por aí. É ele que me impede de produzir conteúdos bacanas e mostrar para vocês e de poder me dedicar ao coisa que mais me dá prazer: blogar. A minha pasta de rascunhos está lotado de posts incompletos, ideias que surgem e diários de viagem que fiz há mais de um ano atrás.

Tem hora que fico tão frustrada por não conseguir sentar e escrever algo por aqui, que até rola uma bad, sabe. Uma vontade de fechar tudo e esquecer essa ideia louca de escrever por aqui. Principalmente, depois que a gente tem algo bacana para falar ou um conteúdo legal que quero compartilhar e me deparo que alguém acabou de escrever a mesma coisa ou algo parecido em seu blog. E fico mal porque eu não fiz antes porque simplesmente não tive tempo.

Blogar para mim não consiste só em escrever no Prateleira de Cima, mas também poder ler outros blogs, conversar com as cantinhos das pessoas que também decidiram compartilhar um pouco da vida delas pela internet, trocar ideias, aprender com os comentários e conhecer novas formas de ver o mundo através dos mais variados relatos de amigos.

Eu queria escrever mais aqui. Eu queria ter o tempo que eu tinha no início do blog e não aproveitei. Talvez agora eu estaria escrevendo mais por aqui. Talvez eu poderia estar ganhando dinheiro com os meus textos. Talvez? Talvez! Mas seu eu sumir daqui vocês já sabem: é porque mais uma vez eu fiquei sem tempo.


Mil beijos e até mais!

 

Comecei a malhar

14 de agosto de 2017

malhar

Ou um blog que anda em sintonia com a pauta do blog da Isadora. Ou, fiquei sem pauta mais uma vez. Ou, não queria responder tag de novo. Ou, se eu conseguir postar todo dia nesse mês, eu posso qualquer coisa na vida.

Eu devia nesse momento está na academia, mas decidi ficar no conforto e quentinho da minha casa para escrever esse post e manter o meu desafio para o BEDA (que ainda não falhei, mas está sendo bem louco).

Então minha gente, decidi fazer academia. Quem me acompanha ~nas redes~ (@kakaparedes , by the way), já viu que sim! Sabem como é né! A idade chega (quase 32), o metabolismo cai assustadoramente (#sds magreza), a disposição nunca aparece e o condicionamento físico de um idoso de 80 anos asmático. Sabem aqueles 2l de refri que você tomava e nada mudava na sua vida? Um dia a conta chega e ela está chegando para mim. Porque nessa vida minha gente, aqui se faz aqui se paga. A mesma coisa acontece com tudo aquilo que você não cuido da sua alimentação na juventude. Ela chega conforme vamos amadurecendo.

Cheguei em São Paulo com 24 anos e 46 kg. Eu sou pequena, caso estejam assustados ao saber do meu peso. Não sofro anorexia ou qualquer outro distúrbio alimentar. Era o meu peso mesmo, de alguém normal com vida ativa e possui a minha estatura e forma física. Nesses 8 anos vivendo em SP já cheguei a pesar 55 kg, algo um pouco fora para quem tem apenas 1,48m.. Então chega uma hora que você se olha no espelho (ou nos vídeos no Youtube) e começa a achar tudo muito estranho.

Não vou entrar nos pormenores sobre aparência, aceitação, corpo, saúde, porque tudo isso é tópico para outro post. O assunto que vim aqui falar pra vocês tudo é, academia. E um decidi malhar

Então eu comecei a malhar. Na verdade eu já comecei essa história de academia desde o ano passado, mas foi uma negação só. Tentei, juro que tentei (desculpa irmão), mas fazer academia é chato pacas. Principalmente (ou seria exclusivamente?), se você vai sozinha.

Então, depois de perguntar (e mandar algumas indiretas.) convenci o Eduardo a também ir. Porque não basta sofrer sozinho, tem que sofrer em dupla. Então desde início de julho, estamos malhando.

Eu tinha a falsa ideia que iria conseguir ir a academia 5x/6x por semana, que a disposição começaria a dar as caras e que nesse momento estaria começando a ver os resultado, ficando com a barriga negativa e as calças iam começar a entrar novamente. Como a gente se engana, não é mesmo?! Até dá para ver bem devagar quase parando uns musculuzinhos aparecendo por baixo da camada de gordura que ainda domina o meu corpo.

A verdade é que ainda não consegui manter uma boa frequência de exercícios e de visitas a academia. Porque a vida não me permite. Já falei que a rotina aqui na vida é puxada (e ainda querem que eu arranje filho). Eu acordo por volta das 5 da manhã, saio as 6, trabalho, volto as 4, cuido da janta e da casa (ou tento), resolvo as pendências da vida que sempre surgem e quando vou ver já é 11 da noite e nem tomei banho para dormir. Tenho tentado encaixar a academia nesse meio e quando vou lá parece que o mundo fica fora do prumo.

Sem contar os diferentes problemas que ocorrem que não deixam a gente ir para academia: o cansaço de um dia intenso no trabalho, a janta que demorou mais que o normal para ficar pronto, o frio de trincar ossos que está fazendo e que não deixa sair debaixo das cobertas, ou simplesmente a falta de saco mesmo para ficar lá fazendo repetições.

Academia é um troço engraçado e com certeza já teria abandonado se não tivesse o apoio moral do Eduardo. São 2h (mais ou menos) de pura alegria, tortura e pensamento positivo que ficarei com o corpo da Pugliese. O problema é a frustração. Eu sou pequena (já disse isso) e 90% das coisas no mundo são feitas de acordo com um padrão. Eu não sou o padrão. E na academia acontece a mesma coisa. Eu sou pequena para muitos aparelhos e fazer alguns exercícios é todo um esquema que ahhhhh nem sei. Isso porque nem contei sobre as dores nas primeiras semanas em partes do corpo que você nem imaginava existir e quando passa começa a surgir o tédio porque vc já está cansada de fazer aquele treino e não vê a hora de mudar e viver todo o ciclo de novo. Tem hora que quero sair correndo e vir para casa ficar no aconchego da minha cama.

Mas respiro fundo, 3x de 15, e continuo fazendo o treino.

De modo geral, tenho curtido muito. Os resultados visíveis ainda não apareceram, mas tenho sentido que algo diferente está acontecendo. Apesar da loucura toda, me sinto bem depois que faço o treino. Mesmo vencendo a vontade de comer um hambúrguer com muito queijo depois de correr 20 min. Às vezes o hambúrguer vence.


Mil beijos e até mais!

50 perguntas #31 | Apaixonada e viva

13 de agosto de 2017

50 perguntas #31

50 perguntas #31: Em que momento do seu passado recente você se sentiu mais apaixonado e vivo?

Passado recente é uma expressão muito estranha de explicar. Como eu acho que essa lista de perguntas tenha sido traduzida do inglês e acabou aparecendo um probleminha nessa tradução. Acho que a pergunta quando foi a foi que eu me senti mais apaixonada e viva recentemente.

Apesar dos pesares, acho que hoje é o momento que tenho me sentido mais apaixonada e viva ao longo de toda minha existência. A gente vai ficando mais velha, vai amadurecendo e vai entendendo algumas coisas que antes não havia maturidade para compreender.

Hoje eu estou melhor comigo mesma, consigo entender as minhas escolhas e aceitar o que a vida tem me trazido ou não. E até tirado. Hoje consigo sentir concretude nos meus planos e sonhos, sei que se o que quero não acontece agora, acontecerá no futuro (só ter um pouquinho de paciência). Eu consigo ver que uma hora as luzes do fim do túnel irão aparecer.

A meta agora é manter essa vibe nas coisas que tenho vivido. Mentalizar as coisas boas e fazer com que as ruins possam vir como aprendizados. É difícil, mas estou tentando.


Mil beijos e até mais!

Esse post faz parte do Projeto 50 perguntas que irão libertar sua mente. Caso tenha interesse em conhecer outras perguntas publicadas e as minhas respostas, clica aqui