50 perguntas #32 | Agora ou depois?

20 de agosto de 2017

50 perguntas #32

50 perguntas #32 – Se não agora, então quando?

Por que as pessoas insistem em questionar quando devemos fazer determinadas coisas na nossa vida? E sempre deve ser no tempo delas. Estou sempre sendo questionada em quando vou fazer as coisas na minha vida.

– Quando é que você vai tirar sua carteira de motorista?

– Quando você vai fazer uma pós?

– E os filhos? Já está na hora, hein?!

Se não estou fazendo agora é porque ainda não está na minha hora de fazer. Não é o momento. Talvez em breve. Talvez daqui 5 anos ou 10 anos. Talvez nunca.

As pessoas precisam se importar com as coisas que lhe convém. Cobrar, questionar, palpitar são atitudes tão inconvenientes, principalmente quando as pessoas quase não sabem da nossa vida ou o que acontece na nossa rotina.

Se eu não fiz ainda, eu tenho os meus motivos. Está sendo pensando e preparado para acontecer no momento certo que deve aconteceu.

E falando nisso o que é o momento certo? Não há momento certo pois ninguém é igual. Ninguém vive uma rotina igual do outro. O meu momento certo é diferente do momento certo de outra pessoa. Não há hora pré-estabelecida para acontecer nada nessa vida.

Uma dica que vou dar para vocês: se desamarrem desses padrões que vocês acham que as pessoas devem viver. Os tempos são outros, a vida é outra e os paradigmas a cada dia são quebrados pois vivemos por muito tempo com amarras em nosso modo de viver.

Acho que quando todos tiverem um pouquinho dessa consciência, o mundo começa a caminhar para algo melhor.

E se não é agora, será quando eu achar deve ser!


Mil beijos e até mais!

Esse post faz parte do Projeto 50 perguntas que irão libertar sua mente. Caso tenha interesse em conhecer outras perguntas publicadas e as minhas respostas, clica aqui

Uma aventura chamada Feriado em Búzios

19 de agosto de 2017

Búzios

Oi pessoas!

Depois de alguns meses, finalmente editei o vlog que fiz contando sobre o feriado de páscoa que passei em Búzios com a minha família. Na verdade, vou contar como foi a grande aventura que foi essa ida até o Rio de Janeiro e os 3 dias que passamos por lá com muita diversão e pouca praia (pra variar, né).

A ida já começou tensa com a viagem de 16 horas que fizemos de São Paulo ao Rio de Janeiro. Pegamos um engarrafamento que fechou a estrada por toda a madrugada e tivemos que pernoitar no carro.

Quando chegamos no Rio de Janeiro, fizemos um pit stop rápido para comer algo na casa do meu pai, descansar e partir para Búzios finalmente. Chegamos com uma previsão do tempo nada otimista, mas aproveitamos o período da tarde  bem chuvoso para descansar e colocar o papo em dia.

Na sexta feira o dia começou visitando a praia de Geribá, mas o tempo ainda não estava firme o suficiente para aproveitar o mar e a areia. A gente deu uma volta para conhecer e voltamos para casa na hora do almoço.

Praia de Geribá

Leonardo e Lucas chegaram na hora do almoço. Bem a tempo para curtir o churrasco e a piscina a tarde toda. De noite teve Imagem e Ação até a hora de dormir.

No sábado o dia amanheceu ensolarado e eu e Eduardo aproveitamos para dar uma corridinha na praia logo cedo. Depois da corrida comecei a passar mal e acabei não indo para a praia de Ferradurinha que pretendíamos ir. Mas o Eduardo foi com os meninos e registrou algumas imagens que vocês podem conferir no vídeo mais abaixo.

À noite, a turma jovem foi conhecer a Rua das Pedras, local da cidade cheio de lojas, bares e restaurante. É o point da região e um ótimo lugar para passear e aproveitar a vida noturna de Búzios.

Registrei toda a aventura desse feriado em vlog e vocês podem assistir no vídeo lá no canal do Youtube.

Ainda pretendo retornar a Búzios para curtir melhor as praias, conhecer as outras praias e aproveitar os outros pontos turísticos que a cidade tem.


Mil beijos e até mais!

Orgulho e Preconceito, da Jane Austen

18 de agosto de 2017

Orgulho e Preconceito, da Jane Austen

A fama é certa: o livro mais famoso da Jane Austen realmente é maravilhoso. Vou recomendar para todo mundo que gosta de ler, para todo mundo que gosta de romance, para todo mundo que curte livros, para todo mundo que gosta de histórias bem escritas, para todo mundo que um dia pensou na vida em ler. Por favor, leiam Orgulho e Preconceito. Por favor, leiam Jane Austen

Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína – recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.
Fonte da Sinopse: Companhia das Letras

Orgulho e Preconceito é um masterpiece. É uma jóia da literatura mundial. Quem curte literatura romântica, quem curte o gênero de um modo geral,  precisa ler esse livro. Não só pelo conteúdo, mas pela forma. Pela sagacidade que a autora conseguiu transmitir através do seu texto, dos diálogos, da descrição que traz da sociedade na qual relata nas linhas desse romance.

O livro foi o meu segundo contato com a obra escrita da Austen. Ele é simples, envolvente e uma história de amor encantadora. Conseguimos ver o padrão de escrita da Jane Austen e seu tom irônico e sarcástico, narrando os problemas existentes na sociedade em que vivia ao longo de todo o livro.

Os personagens tem uma construção simples porém cada um possui características bem marcadas. Como não rir com a Sra. Bennet ou querer dar umas palmadas na Lydia. E o Sr. Bennet, que não conseguimos decifrar. Ahhh! Sem contar as raivas que a gente tem da Lady Catherine de Bourgh, tia do Sr. Darcy. E o Sr. Darcy, ahhhh, não tem como não nos apaixonarmos pelo Sr. Darcy. Ele é um romântico a sua maneira e esse seu jeito, caladão, misterioso e ativo que o torna um cavalheiro de primeira linha. E Elizabeth é uma personagem criada para ser uma heroína a sua maneira e como convinha a história: personalidade forte e decidida.

Uma coisa complicada durante a leitura foi deixar de associar os personagens com os atores que interpretaram no filme (no qual falhei totalmente). Era impossível ler o livro sem lembrar da atriz Keira Knightley como Elizabeth e o Matthew Macfadyen como Sr. Darcy. Sem contar os outros personagens que lembro do filme.

Em falar do filme, eu assisti, mas sempre em pedaços. Nunca do início ao fim. Mesmo assim, lembrava (e associava) dos personagens, dando-lhe os mesmos rostos do filme ao longo da minha leitura. Quem viu filme (e lembra dele), perde um pouco do encanto da leitura, mas nada muito comprometedor a ponto de fazer o leitor querer parar de ler o livro. A narrativa é diferente no filme e no livro. Cada um possui características que a outra arte nunca irá conseguir superar.

Recomendo fortíssimo a leitura de Orgulho e Preconceito, da Jane Austen. Se não leu ainda, por favor, corra e começa a leitura hoje mesmo. É um clássico que deve ser lido por muitas e muitas gerações de apaixonados por livros e leitura.

Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice)
Autora: Jane Austen | Editora: Companhia das Letras
Páginas: 576 | ISBN:9788563560155
Skoob | Goodreads

Para lerAmazon | Saraiva


Mil beijos e até mais!

Hoje não tem post | BEDA #17

17 de agosto de 2017

Oi pessoas.

Como vocês já leram,  hoje não tem post.

O corpo pediu arrego.. Ele começou a dar sinais de que não está aguentando a pressão de BEDA, do trabalho que está puxado, do inferno astral da academia e da tensão pré-férias. Misturando tudo isso numa cabecinha que não para nunca, já viram né?

A coisa tá tão feia por aqui que já estou ficando com blefaroespasmo (aprendi o nome hoje, tá), mais conhecido como aquela tremedeira na pálpebra que aparece sem aviso e incomoda pacas, parece que o olho vai saltar e vamos morrer. Sem contar com a psoríase que já surgiu em regiões que nunca imaginei ser possível aparecer as lesões.

Então decidi pausar o dia de hoje e fazer nada até a hora dormir. O chamado ócio produtivo.

Vou aproveitar e desligar as redes sociais, fazer uma pipoca, me enrolar nas cobertas e continuar assistindo os episódios das séries que estou acompanhando.

Vejo vocês amanhã!


Mil beijos e até mais!

P.S.: Podemos contar esse post como um post do BEDA, né?