50 perguntas #38 | Mais ou menos trabalho

1 de outubro de 2017

50 perguntas #38: Você prefere ter menos trabalho a fazer, ou mais trabalho daquilo que você realmente gosta de fazer?

Posso responder meio a meio??? No momento estou querendo um pouco dos dois.

Gosto muito de trabalhar, de exercer a profissão que eu escolhi e que tanto amo. E fazer o que amo é quase não ter trabalho né?! Mas o que não gosto nessa coisa de trabalhar é a obrigatoriedade. Tem dia que você não está a fim, tem dia que você não está animada, tem dia que você só quer fazer isso e quando chegar no final do expediente, ter a certeza que fez um ótimo trabalho.

Ter mais coisas para fazer daquilo que gosta de fazer traz uma satisfação meio que inexplicável. Uma sensação de que está no caminho certo. Parece que não precisamos de mais nada, só trabalhar e está tudo certo.

Só que as vezes, a gente quer ter menos trabalho, principalmente para fazer outras coisas. A vida não é só feita de trabalho e mesmo fazendo algo que gostamos muito, tem horas que precisamos focar em outras atividades que podem fazer bem para nossa mente. Por isso que tem momentos que eu gostaria de poder trabalhar menos para poder fazer todas as outras atividades que tenho vontade como ler mais, assistir mais séries, aprender uma nova língua, ou apenas praticar o ócio produtivo.

Acho que o equilíbrio entre essas duas coisas já é perfeito. Seguimos para esse objetivo.


Mil beijos e até mais!

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50 perguntas #37 | Ser milionária e trabalhar?

24 de setembro de 2017

50 perguntas #37

50 perguntas #37: Se você ganhasse um milhão de reais, você sairia do seu trabalho?

Com certeza, sim! Eu gosto muito do meu trabalho, do que faço todos os dias e que paga o meu salário certinho todo mês. Mas com um milhão de reais, eu investiria o dinheiro e faria um planejamento para ficar vivendo só de renda.

Depois de ganhar esse dinheiro e parar de trabalhar, eu sentiria falta de fazer alguma atividade para manter a mente ocupada. Talvez manteria o blog e colocaria mais resenhas dos livros que estaria lendo por aqui. Sei lá, algo tipo.

Ahhh e viajaria, viajaria muito. Organizando tudo certinho dá para fazer bastante coisa com um milhão de reais. Mas com certeza, largaria o meu emprego.


Mil beijos e até mais!

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Lola e o garoto da casa ao lado, de Stephanie Perkins

23 de setembro de 2017

Lola e o garoto da casa ao lado, Stephanie Perkins

A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.
Fonte da sinopse Editora Novo Conceito

Lola e o garoto da casa ao lado

Para quem apaixonou-se pela escrita da Stephanie Perkins em “Anna e o beijo Francês” a boa notícia é que “Lola e o Garoto da casa ao lado” é um livro que dá “sequência” a uma história deliciosa. Aqui conheceremos a história de um outro casal, o plot se desenvolve em São Francisco na Califórnia e não mais na França, porém personagens que conhecemos no primeiro livro aparecem aqui, esse crossover entre os personagens dos livros é algo muito fofo de se ler durante as páginas.

Lola é uma garota cheia de personalidade, filha adotiva de um casal gay (pais digam se de passagem maravilhosos) Lola tem um visual em constante mudança, bem doidinho mesmo além de namorar um cara mais velho cujo seus pais não gostam muito.

A vida é curta demais para sermos a mesma pessoa todos os dias

Lola leva uma vida tranquila, com planos para o futuro e apesar de seus pais não aprovarem muito seu namorado ( porque ele é mais velho) ela acredita que tirou a sorte grande, seus figurinos/looks do dia são sempre irreverentes, só tem uma coisa que preocupa Lola, sempre que as pessoas que moram na casa ao lado se mudam Lola fica tensa até descobrir quem serão os novos vizinhos; as coisas só ficam tranquilas quando ela certifica se que não são os gêmeos Bell que estarão morando novamente ao seu lado.

Mas eles não se lembram do que é ser jovem e estar apaixonada. É claro que posso me precipitar nessas coisas. Quando se trata de alguém como Max, eu seria estúpida se não me jogasse de cabeça. Minha melhor amiga acha engraçado que meus pais sejam tão rígidos. Afinal de contas, um casal gay não deveria se compadecer com a tentação oferecida por um namorado sexy e um tantinho perigoso?
Isso está tão longe da verdade que chega a doer.

É claro que nem o destino e nem Stephanie Perkins deixariam essa vida correr sem maiores emoções não é mesmo? Os Gêmeos Bell voltaram a morar ao lado de Lola, eles já foram os melhores amigos dela, porém agora a relação entre eles está bem balançada; Calliope, é uma atleta olímpica, patinadora artística com grandes chances de medalha nas olimpíadas e desde sempre tem toda a atenção da família; até mesmo Cricket seu irmão sempre dedicou se totalmente a ela (se ela estiver bem, tudo bem para ele também). Eles estão de volta e é mais especificamente a volta de Cricket que mexe com Lola (ele já feriu o coração dela uma vez) e agora ela está determinada que isso não aconteça novamente.

Ficamos em silêncio por vários minutos. Viro a cabeça e presto atenção à rua, à Lua, à rua. Sinto que ele presta em mim, nas estrelas, em mim. O vento é cortante. Quero entrar, mas tenho medo de perder sua companhia. Nossa amizade está novamente à beira da extinção. Não sei o que quero, mas sei que não quero perdê-lo.

Claro que sendo esse um livro Jovem adulto já podemos esperar certas situações, mas isso não faz com que elas sejam menos incríveis e dignas de suspiros; a construções dos personagens não param por aí, a mãe biológica de Lola que é irmã do pai/ Tio que a criou tem sérios problemas com álcool e a vida doida que decidiu levar, Lola ama os pais e adoraria que a mãe não trouxesse mais preocupação do que já causou (essa relação entre elas é incrivelmente rica, real) e que cresce muito durante o livro.

[…] talvez algumas pessoas pensem que vestir um figurino signifique que você está tentando esconder sua verdadeira identidade, mas eu penso que um figurino é mais verdadeiro que uma roupa normal jamais poderia ser. Ele realmente diz algo sobre a pessoa que o veste. Eu conhecia aquela Lola, pois ela expressava suas vontades, desejos e sonhos para toda a cidade ver. Para eu ver.

Por mais que Lola tente é impossível ignorar Cricket, Lola aceita que está confusa com seus sentimentos e que talvez o roqueiro maravilhoso que é seu namorado não seja suficiente, e para falar a verdade nem podemos culpar a ela, Cricket é realmente um fofo, um nerd (ele gosta de inventar coisas), mas mais que isso ele tem a mágica da Stephanie Perkins que cria personagens masculinos irresistíveis, fofo e direto ele não esconde o que sente.

Lola e o garoto da casa ao lado

Na faculdade Cricket começa a fazer questão de voltar para casa nos fins de semana para ficar perto de Lola, acompanhar essa aventura nos deixa com u sorriso fácil no rosto e o coração quentinho! Anna e St. Clair (para quem leu Anna e o Beijo francês estão de volta minha gente) eles são amigos de Lola e no final também amigos de Cricket.

Com uma escrita fácil e apaixonante ouso dizer que mesmo amando o primeiro livro esse sem dúvida é meu favorito, seja para ler numa única tarde ou apreciar em doses pequenininhas essa história está na prateleira dos meus livros amorzinhos e por mais que o livro siga algumas receitinhas (de construção literária) o final ainda pode trazer boas surpresas. Para completar tudo isso ainda ganhamos um terceiro e último livro que contará a história de um outro casal (que muito provavelmente também fez parte desse grupo de pessoas) , mas isso já é assunto para uma outra resenha, espero que se apaixonem tanto quanto eu, até a próxima.

Lola e o garoto da casa ao lado
Autora: Stephanie Perkins | Editora: Novo Conceito
Páginas: 288 | ISBN: 978858163053
Skoob| Goodreads
Para ler: Amazon | Saraiva

Ósculos e Amplexos, Karina.

50 perguntas #36 | Bem X Mal

17 de setembro de 2017

50 perguntas #36

50 perguntas #36: É possível saber, sem sombra de dúvida, o que é bom e o que é mal?

Ahhhh, acho que não! Tem tanto lobo em pele de cordeirinho por aí, meu povo! Que fica difícil separar o joio do trigo (cheia dos ditos populares, hahahah)

Tem gente que tem um dom, sabe. Consegue distinguir essas coisas facilmente. Sabe o que é bom ou mal na hora que bate o olho. Seja pessoa, coisa ou situação. É o famoso, “meu santo não bate!” Tenho amigos assim e até acho que eles podem se enganar, mas estão corretos quase 100% das vezes.

Eu sou muito ingênua com essas coisas e já me dei mal várias vezes. Já dei crédito para quem não deveria e no final, ainda saí como errada. Eu acredito muito nas pessoas, que elas não serão ruins, dou credibilidade para que ela mostre suas virtudes, mas na verdade, elas não mereciam nem metade da minha atenção.

Enquanto isso vou seguindo. Aprendi a minha lição e hoje tenho ficado com um pé bem atrás para não me encrencar novamente: seja com pessoas ou com coisas em minha vida.


Mil beijos e até mais!

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