Amorzices: o que mais amo no Natal

15 de dezembro de 2017

Oi pessoas!

Logo depois de ter escrito o meu primeiro post para a Blogagem Coletiva Amorzices, fiquei pensando em qual seria o tema para o mês de dezembro. Na hora pensei que seria algo com tema de Natal, afinal, é dezembro. E pensei: Moleza!Mas hoje quando abri o posts das meninas Melina, Loma e Maki, e descobri qual era o tema de verdade, fiquei em um  impasse: E agora?! Não sei sobre o que escrever.

Calma, vou explicar!

Quando era criança a até o início da vida adulta, eu sempre passava o Natal com minha mãe na casa dos meus avós, juntamente com toda a minha família: tios, primos, amigos da família, casa cheia (ou seria o quintal?). Uma farra só! Era o momento de ver todo mundo junto, conversando, dançando, trocando presente, celebrando na maior alegria até alta madrugada. No dia 25/12, logo de manhã recebia a visita do meu pai que me buscava para almoçar com ele e passar toda a semana até o ano-novo em sua casa ou viajando. E por muitos anos foi assim, nessa pequena rotina. Só que o tempo passa, a gente cresce, as rotinas se alteram, as prioridades das pessoas se modificam: os primos vão celebrar em outros lugares e com outras famílias, a gente mesmo passa a ir para outros lugares. O que é super normal e natural. É a vida! E desde que minha vó morreu, há uns 5 anos atrás, as coisas começaram a mudar mais ainda.

Morando em São Paulo, longe do RJ e tendo pais separados e familiares que moram longe uns dos outros, passar o Natal lá é sempre uma grande correria. Eu e Eduardo temos que nos desdobrar para conseguir estar algumas poucas horas com as pessoas que amamos. É desgastante, cansativo e em alguns momentos, nem vale tanto a pena assim. Parece que estamos mais cumprindo tabela do que celebrando o Natal.

No inicio desse ano decidi que iria comemorar essa data de forma diferente. Não sei bem como vai ser esse ano. Posso dizer que estou vivendo uma transição de tradições: deixando de fazer algumas, criando outras novas e adaptando algumas outras. Refletindo sobre essa época do ano, o que ela representa para mim e como posso tornar essa época especial e quem sabe conseguir de alguma forma honrar a memória da minha vó que amava tanto essa época do ano.

Na verdade, eu tenho um sonho. Um grande sonho de natal. Queria ter uma casa perto dos meus familiares com uma sala ampla, bem aconchegante. Eu montaria uma árvore de Natal bem grande com muitos enfeites, passaria o mês todo ouvindo músicas natalinas, prepararia uma ceia simples porém bem gostosa e receberia nossos pais, irmãos e quem mais quisesse chegar e celebraríamos essa data maravilhosa de forma quase cinematográfica. Desculpem-me, mas Hollywood e seus filmes elevaram minhas expectativas natalinas.

Enquanto eu não realizo esse sonho, acho que o que mais amo no Natal e nessa época do ano em geral é esse sentimento de esperança e de ciclos sendo concluídos e novos sendo criados.

Pois é assim que me sinto: esperançosa.  Sei que é tempo de mudanças e que em breve poderei compartilhar por aqui as coisas que mais amo nessa época do ano ou alguma tradição que passei a ter ou que criei

Sonhos e esperanças: é o que mais amo no Natal

o amorzices é um projeto mensal, publicado todo dia 15, criado pelo trio amorzinho Sernaiotto + Serendipity + Desancorando e que terá um tema de base: amor. a partir daí, a gente vai falar sobre um monte de coisas. o tema de dezembro é ‘o que você ama dessa época do ano?’

50 perguntas #48 | Amor meu grande amor

10 de dezembro de 2017

50 perguntas #48

50 perguntas #48: Quem você ama? Alguma de suas recentes ações expressou abertamente este amor?

Nem preciso dizer quem né?!

Meu amor, meu amigo, companheiro, cúmplice, amante, o cara que me entende da cabeça aos pés, que me completa como ninguém mais.

Sabe quando é que você encontra sua alma gêmea, a pessoa que irá viver muitas vidas ao seu lado? É quando todo o resto passa a ter sentido (ou não ter sentido!)

Eduardo é o responsável por instigar sempre o meu melhor, que me faz ir em buscar dos meus sonhos, que anda ao meu lado pelos caminhos que escolhemos.

Ele é o maior incentivador dos meus sonhos. Aquele que me apoia em todas as minhas loucuras, que não mede esforços para me fazer feliz (eu eu a ele). A quem posso posso recorrer no meu melhor e no meu pior, aquele que também sabe dar bronca quando não é bem assim e eu acho que é.

Sobre minhas ações que expressam o meu amor: está em tudo que faço (e em tudo que ele faz também): nos pequenos detalhes do cotidiano, na mensagem no meio do dia, na comida inesperada ou simplesmente nas mãos dadas no carro. Cada gesto, cada movimento, cada detalhe mostra o quanto nos amamos e o quanto nos importamos um com o outro.

Eu não poderia ter escolhido pessoa melhor para viver essa jornada ao meu lado!

AILYSMFAE


Mil beijos e até mais!

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50 perguntas #47 | Inspira, Expira

3 de dezembro de 2017

50 perguntas #47

50 perguntas #47: Quando foi a última vez que você percebeu o som de sua própria respiração?

Olha! Não sei! Acredito que foi há algum tempo, talvez quando eu comecei a praticar yoga (e acabei largando dois meses depois).

Para falar bem a verdade, por conta da vida corrida e tantas coisas a fazer, parei de prestar atenção na minha respiração. A coisa já é tão biologicamente mecânica que eu simplesmente não percebo se estou realmente respirando ou não.

E acho que isso não é muito bom.

Precisamos de um tempo, nem que seja 5 minutos para desligar do mundo e respirar. Acho que deve dar uma puta diferença. Queria poder conseguir meditar que também ajuda nessa coisa de ouvir o som da respiração e esvazia a mente. Acho que dá para colocar isso no habit tracker que estou praticando.


Mil beijos e até mais!

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50 perguntas #46 | Sem julgamentos

26 de novembro de 2017

50 perguntas #46

50 perguntas #46: O que você faria diferente se você soubesse que ninguém iria julgá-lo?

Muita coisa.

Apesar de hoje ter plena consciência de que não preciso me importar mais com a opinião e com o julgamento das outras pessoas, acho que me preocupava demais com isso na adolescência.

Se não tivesse me importado com isso naquela época eu teria ousado mais, feito mais, sonhado mais. Teria arriscado em coisas que eu mesma “julgava” diferente e que iriam me rotular por conta daquilo.

Hoje sei que pessoas rotulando a gente fazendo ou não fazendo determinadas coisas. Sabe aquele ditado: “levar fama sem deitar na cama”? Exatamente isso que acontece. Em alguns casos a gente é dita disso ou daquilo sem mesmo nem ter chegado perto a fazer determinada coisa.

Ainda tenho muito a melhorar em relação a não ficar pensando muito no que as pessoas ficam achando ou julgando sobre a gente e as coisas que fazemos. Hoje em dia eu deito na cama mesmo, com fama ou sem fama.


Mil beijos e até mais!

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