O dolce far niente das férias

10 de Abril de 2018

Oi pessoas!

Sim, estou de férias! Esse ano eu e Eduardo decidimos dividi-la em 2 períodos: um agora em abril e o outro em setembro.

A gente não planejou viajar, então esse período vai ser dedicado a descansar, visitar a família e fazer coisas que demandam um pouco mais de atenção, dedicação e tempo, como fazer pequenas reforminhas aqui em casa para readequar algumas coisas.

Eu tenho alguns planos para esses dias, mas o que quero mesmo é descansar e curtir o dolce far niente, ou seja, a doçura de não fazer nada. Sério, estou precisando muito me desligar das preocupações e responsabilidades e curtir assistir um filme ou série, jogar videogame, ler um livro ou dar aquela sonequinha maravilhosa da tarde.

Para começar esse período de não fazer nada aproveitei para fazer uma das coisas que mais gosto de fazer quando estou despreocupada com a vida: sessão de fotos.

Dessa vez tive a ajuda do Eduardo que foi controlando a câmera para mim e disparando os cliques. Coloquei uma playlist do Spotify e fui cantando e dançando enquanto a máquina ia registrando as imagens. Já falei o quanto é divertido e dá uma boa subida na auto-estima essas sessões de fotos.

Vou tentar fazer alguns posts das coisas que irei fazer nesse mês por aqui para vocês. Talvez eu registre através de vídeo também, não sei ainda! Talvez nem role nada porque vocês já sabem como é: eu acabo prometendo coisas para mim mesma e nunca consigo cumprir. Mas vamos ver como vai ser. O que posso prometer é muitas resenhas nesse blog nas próximas semanas.

Fiquem agora com algumas fotos da minha pessoa bem plena curtindo o meu dolce far niente!

dolce far niente

O que estou usando:
Camiseta:
T-shirt Factory | Shorts (que não aparece por ser curtinho): Levi’s
Batom: Chili (MAC) | Mascara: Lash Sensationals (Maybelline)

Playlist Spotify:
Girls Girls Girls


Mil beijos e até mais!

Coragem, de Rose McGowan

8 de Abril de 2018

Oi pessoas!

Coragem é uma autobiografia da Rose McGowan e que chegou por aqui através da parceria que o blog tem com a editora HarperCollins Brasil.

Rose McGowan se tornou uma das atrizes mais desejadas de Hollywood da noite para o dia quando foi “descoberta” nas ruas de Los Angeles. O estrelato logo se tornou um pesadelo de exposição constante e sexualização. Todos os detalhes de sua vida pessoal se tornaram públicos, e as realidades de uma indústria inerentemente machista emergiam a cada roteiro, papel, aparição pública e capa de revista.
Hollywood esperava que Rose ficasse quieta e cooperasse. Em vez disso, ela se rebelou e impôs sua verdadeira identidade e voz.
Ela reemergiu sem roteiros nem desculpas, corajosa, controversa e sempre verdadeira. Liderando o movimento de denúncias de assédio sexual na indústria de entretenimento ao expor os crimes de Harvey Weinstein, Rose é hoje um dos rostos do movimento feminista e não hesita ao disparar verdades inconvenientes e exigir mudanças.
CORAGEM é seu livro de memórias em forma de manifesto — um relato sem censura nem piedade da ascensão de um ícone millennial, uma ativista sem medo e uma força de mudança imparável determinada a expor a verdade sobre a indústria do entretenimento, trazer à luz uma indústria multibilionária construída sobre a misoginia sistêmica e empoderar pessoas ao redor do mundo a acordarem e terem CORAGEM.

Para quem não conhece, Rose McGowan é uma atriz americana que ficou muito conhecida pelo seu trabalho na série Charmed e recentemente, por seu uma das primeiras pessoas a denunciar os abusos sexuais (e até estupros) cometidos pelo produtor americano Harvey Weinstein. Em seu livro autobiográfico Coragem, ela vai contar a sua trajetória, desde a infância na Itália, até os dias atuais, mostrando a relação e carreira com Hollywood e como isso se assemelha a uma seita religiosa.

“Se você ama muito as Kardashian, você está numa seita. Se você assiste ao seu programa de tv favorito e entra na internet e em salas de bate-papo onde todos estão obcecados pelo mesmo programa e repassam os episódios em detalhes, você está numa seita. […] Você está vivendo a sua vida por meio de outras pessoas. Se vota em tal e tal pessoas cegamente, você está numa seita. Se está muito envolvida na máquina de propaganda do seu país, está numa seita. Olhe ao redor e veja onde as seitas estão, porque elas estão em todos os lugares.” (p.21)

Na primeira parte do livro, Rose McGowan vai contar sobre como era a vida na Itália sendo criada a partir das regras da seita religiosa Meninos de Deus. Ela vai mostrar os abusos e todas as coisas terríveis que teve que passar por viver dentro de uma doutrina abusiva e traumatizante.

Ao sair da seita e ir morar nos EUA, McGowan achou que sua vida iria tomar um rumo, mas na verdade os problemas só começaram. Ela teve que se virar para conseguir um pouco de dignidade na sua vida: ela morou nas ruas, viveu de cidade em cidade e isso tudo enquanto ela era apenas uma criança/adolescente.

Um assunto que está muito presente ao longo de todo livro é a imagem: a atriz vai falar sobre os distúrbios alimentares e com o corpo que enfrentou no inicio da vida adulta e o quanto teve que mudar para poder se encaixar em um “perfil padrão hollywoodiano”. E isso fico bem claro quando ela vai falar do seu cabelo e o porquê de ter cortado ele curto após anos de madeixas longas.

“Conheço muitas mulheres e meninas que me dizem que seus cabelos são uma capa de proteção e que elas se escondem atrás deles. Eu não só me identifico, como também acho isso devastador. Claro que você deve ter cabelo comprido se é isso que VOCÊ quer, mas analise suas motivações.” (p.13)

Eu fui impactada por muita coisa que li nesse livro: muitas frases foram grifadas e queria colocar tudo aqui, mas aí seria um post de citações e não de resenhas, né?! Rose McGowan vai contar também sobre a vida como artista e todas as implicações desse mundo com sua vida real. Ela vai tocar em muitos assuntos polêmicos como  aparência, relacionamento abusivo, empoderamento, feminismo e muitos outros assuntos que só lendo o livro para conseguir identificar.

Os relatos escritos nesse livro são fortes e em muitos momentos me senti enojada com toda a crueldade existente para tornar aquele filme que a gente amou tanto ser um sucesso. Ao ler o livro, me dei conta que curtia trabalhos de pessoas que beiram ao comportamento doentio e tóxico e que eram capaz de qualquer coisa para manter a sua fama e poder. Posso dizer que me fez refletir sobre o que ando consumindo como entretenimento.

Eu recomendo não só a leitura de Coragem, mas também de outros livros que contam histórias reais e mostram como a vida nã é tão simples e perfeita quanto o Hollywood e “tantas outras seitas” querem nos fazer acreditar. É um pontapé inicial para que possamos compreender como podemos ser manipulados e influenciados de maneira errada.

Coragem
Autor: 
Rose McGowan| Editora: HarperCollins Brasil
Páginas: 288 | ISBN: 9788595082830
SkoobGoodreads
Para ler: Amazon

Drops da Prateleira Março 2018

1 de Abril de 2018

Ahhhhh pessoas! Quanto tempo eu não faço o drops por aqui né? Pois é!

Na verdade desde setembro que eu não escrevo por aqui. Na verdade, tem um post aqui nos rascunhos que seria um post bem resumão contando sobre o que aconteceu na minha vida nos últimos meses, mas aí a cada mês que passava ele ficava maior e parecia mais uma retrospectiva do que um resumo mensal/diário. E juntou ainda com os videos de Document my life que eu acabei largando de lado também, porque, bem, não tinha muita coisa para mostrar sobre o meu dia a dia.

Um banho tomado, um rosto inchado e um banho de sol da janela do quarto

Março foi um mês tranquilo e bem produtivo. Fiz a extração de 2 sisos o que me rendeu duas sexta-feiras aproveitando a minha própria companhia e fazendo quase nada além de ver série e ler livros. Comprei livros na promo da Saraiva. Tomei muita chuva nesse mês de março bem quente e chuvoso (águas de março que fala, né!). O trabalho foi puxado, mas nada fora do normal. Reencontrei amigos literários em evento de editora. Finalmente coloquei filmes fotográficos para revelar e descobri que todos estavam “virgens” Recebi a visita de amigos de Brasília e fiz um dia de turista pela cidade. E o mês finalizou com o feriadinho e a visita da sogrinha aqui em casa.

Além disso, meus dias também foram preenchidos com algumas coisas corriqueiras e não tão corriqueiras assim:

ASSISTINDO – No quesito séries de TV e filmes, as coisas andam muito o mais do mesmo. Por aqui está rolando Gilmore Girls e Party of Five. Terminei a segunda temporada de The Crown e já com saudades e querendo novos episódios para ontem.

LENDO – Acho que bati o meu recorde de número de livros lidos em 30 dias nesse mês de março. Eu nem vou enumerar eles aqui porque teria que ser um post só sobre isso. Porém, vocês podem conferir minhas leituras lá no Skoob ou no Goodreads. Posso dizer que teve muito livro de poesia e livros das parcerias que tenho com algumas editoras. Estou amando essa minha fase super leitora.

OUVINDO – o de sempre ou o que está no Ipod (preciso trocar as minhas músicas de lá). Mas descobri duas cantoras que tenho ouvido muito: a primeira é a Marika Hackman que já falei muito nas minhas redes sociais. Ela foi uma descoberta ocasional no Spotify (já falei sobre a minha adoração por essa rede) que amei ter feito; a segunda foi a Mogli, que vi no Stories da Gabi e me apaixonei de cara. Corri para conhecer mais e agora não paro de ouvir. Tenho ouvido muito Radiohead também por conta do show que vou no final de abril.

Sim, o ano está passando rápido e já se foram os 3 primeiros meses. Nem vou me abalar com a velocidade do tempo porque se não vou entrar em parafuso. Ainda bem que abril chegou para poder desfrutar de uns dias de descanso/férias.


Mil beijos e até mais!

Um sábado com amigos e comida

26 de Março de 2018

Oi pessoas, tudo bom?!

No final de semana passado, um casal de amigos de Brasília veio visitar a cidade São Paulo e combinamos de passear pela cidade no sábado. A ideia era visitarmos o Mercado Municipal. Era um dos pontos turísticos que o casal não tinha visitado ainda. Então combinamos ir lá.

Não vai ter muita foto minha nos locais que visitamos por que eu estava com o rosto muito inchado por causa de uma extração do siso. Na verdade acho que não vai ter muita foto.

Eu não deveria ter feito as peripécias que eu fiz no sábado. Eu tinha extraído o siso na última quinta-feira e não podia me expor ao sol, fazer esforço, comer sólidos e quentes e falar muito. Adivinha quem não obedeceu as recomendações médicas?

A primeira parada foi no Mercado Municipal. Estava bem movimentado e como sei que os preços lá não são muito atrativos. Então sugeri ir lá na Zona Cerealista que é super pertinho do Mercado (só atravessar a Avenida do Estado) e conhecer um pouco a região. Foi super legal porque além da loja que eu sempre vou acabei conhecendo outros lugares bacanas e ótimos para comprar coisinhas legais. Depois das compras feitas voltados para Mercado Municipal para almoçarmos. Não comemos o tradicional sanduíche de Mortadela e nem o pastel de bacalhau, mas eu experimentei pela primeira vez Gyosa.

Após almoço não sabia muito bem o que fazer, mas queríamos ir em algum lugar diferente. Então decidimos conhecer a Galeria do Rock. Eu nunca tinha ido e acabou que não tirei foto também. Eu sou muito lerda para isso. Quando lembro da foto, já estou longe. A galeria é um lugar bem legal para encontrar camisas de banda, acessórios, fazer tattoos e encontrar pessoas que curtem o mesmo som que você.

Estávamos no meio da tarde e queríamos jantar no Big Kahuna Burger, porém era muito cedo. Então decidimos ir tomar um café em algum lugar da cidade e papear. Como o casal estava hospedado na região do Jardins queria algo por ali. Pesquisei e encontrei o Isso é Café, que depois descobri que tinha saído dali no início do mês e virou o Café do Mirante 9 de Julho. Não preciso dizer que adoramos o espaço: primeiro pelo lugar com uma vista bem legal e um espaço super agradável, em segundo pelo preço. Tomamos café e batemos muito papo.

Obrigada Raquel pela fotinha turística alcançada

Tomei um café em um método de filtragem que ainda não havia experimentado. Provavelmente devo voltar a esse café para ter uma experiência mais completa e talvez um post mais completo.

 

Já no início da noite rumamos para a Big Kahuna Burguer, que é uma hamburgueria que ainda não conhecia. O espaço é todo inspirado no filme do Tarantino, Pulp Fiction. Os hambúrgueres pedidos eram deliciosos. O preço honesto e atendimento bacana. A gente gostou muito e com certeza a gente deve voltar.

 

 

Eu realmente adorei o passeio. Andei pela cidade e seus locais turísticos, conheci lugares que queria conhecer e outros que nem imaginava que existiam. E com a melhor companhia: amigos dos amigos que tornaram nossos amigos. Desejando mais sábados como esse e pode deixar que o próximo será em Brasília.


Mil beijos e até mais!