Melhores e piores leituras de 2016

24 de março de 2017

leituras de 2016

Então o saldo de leitura de 2016, não foi o esperado. Porém, muitos livros bacanas foram lidos. Algumas leituras foram sensacionais e tantas outras não empolgaram muito.

Piores leituras de 2016

Para começar vou apresentar os livros nos quais as leituras não foram tão empolgantes como achava que seriam ou que tiveram algum elemento que detonaram toda a experiência de leitura. Pela foto vocês já conseguiram ver quais foram os livros.

O vitral encantado – O avô de Andrew Hope acabou de falecer e lhe deixou seu casarão como herança. Mas muito mais do que isso. Ele era um grande mago e Andrew herdou também o campo de proteção da propriedade (o que automaticamente o torna responsável pela segurança de todos os que vivem ali) e um curioso artefato: um vitral de muitas cores e claramente mágico. Quando o jovem Aidan Cain, caçado pelos temidos Perseguidores, surge em sua porta à procura de abrigo, Andrew encontra nele um amigo para desbravar os arredores do casarão. Mas com Aidan ele vai descobrir que o passado de sua família pode ter muito mais magia do que imaginava. Diana Wynne Jones nos proporciona uma aventura delicada e cheia de humor britânico moderno. O Vitral Encantado é um prato cheio para os fãs de Neil Gaiman e outros autores de fantasia.

Onde cantam os pássaros – a fazendeira Jake White leva uma vida simples numa ilha inglesa. Suas únicas companhias são rochedos, a chuva incessante, suas ovelhas e um cachorro, que atende pelo nome de Cão. Tendo escolhido a solidão por vontade própria, Jake precisa lidar com acontecimentos recentes que põem em dúvida o quanto ela realmente está sozinha – e o quanto estará segura. De tempos em tempos, uma de suas ovelhas aparece morta, o que pode ser muito bem obra das raposas que habitam a floresta próxima à sua fazenda. Ou de algo pior. Rumores sobre uma fera, um menino perdido, um homem estranho e fantasmas do seu próprio passado atormentam a vida de uma mulher que sonha com a redenção. Aos poucos, vamos descobrindo mais sobre as suas habilidades em tosquiar e cuidar de ovelhas, aprendidas ainda quando jovem, em sua terra natal, na Austrália. E vamos aprendendo também o que aconteceu lá, que acabou por conduzir White à uma vida de reclusão e isolamento. E sobre as contradições e diferenças entre um passado (sempre narrado no presente) cheio de vida e calor, e o presente (narrado por sua vez no passado) repleto de lama, um ritmo mais desacelerado e frio, paira uma atmosfera absolutamente brutal.

A menina dos olhos molhados – Bernardo é jornalista por vocação: curioso, comprometido e muito bom com as palavras. Trabalha há anos em um importante jornal da cidade e suas matérias investigativas são sempre elogiadas. Ele só tem uma limitação… Odeia trabalhar em equipe. Há alguns anos, Bernardo sofreu com uma grande decepção amorosa, o que contribuiu para o seu jeito fechado e antipático. Por isso a incumbência de levar Rafaela – a nova estagiária do jornal – para todos os lugares é como o inferno para ele. Bernardo não perde nenhuma oportunidade de evitá-la, mas Rafa, além de ser uma jornalista extremamente talentosa, não engole desaforo. Com o passar dos dias, Bernardo percebe que não conseguirá seguir seu plano de ignorar a estagiária, muito menos todos os sentimentos que ela desperta nele. Entre reportagens intrigantes e perigosas, eles vão descobrir que têm muito mais em comum do que a imensa paixão pelo jornalismo…

Mesmo sendo leituras que para mim não foram muito bacanas, vale a pena dar uma chance que talvez os livros possam surpreender e se tornarem grandes leituras.

Melhores leituras de 2016

Foram tantos livros bacanas lidos nesse ano, mas separei as 3 melhores leituras que tive. Recomendo de olhos fechados esses 3 livros para vocês que procuram histórias bacanas e que encantam.

DUFF –  Em um grupo de amigas, a DUFF – sigla para Designated Ugly Fat Friend – é aquela que não se destaca, a menos atraente da turma. Ela não se enquadra nos padrões de beleza tradicionais, ou se preocupa menos com o visual, mas nem por isso deixa de ter seus encantos. Bianca Piper é esse tipo de garota. E estava muito bem, até que Wesley Rush, o pegador da escola, veio puxar conversa dizendo que ser legal com a DUFF o ajudaria a se dar bem com suas amigas Casey e Jessica. A partir de então, Bianca começa a se questionar: ela seria a amiga feia?

Em algum lugar nas estrelas – EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS é um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença. Pelo menos é desse jeito que as coisas têm acontecido para Jack Baker. A Segunda Guerra Mundial estava no fim, mas ele não tinha motivos para comemorar. Sua mãe morreu e seu pai… bem, seu pai nunca demonstrou se preocupar muito com o filho. Jack é então levado para um internato no Maine (o mesmo estado onde vivem Stephen King e boa parte de seus personagens). O colégio militar, o oceano que ele nunca tinha visto, a indiferença dos outros alunos: tudo aquilo faz Jack se sentir pequeno. Até ele conhecer o enigmático Early Auden. Early, um nome que poderia ser traduzido como precoce, é uma descrição muito adequada para um prodígio como ele, que decifra casas decimais do número Pi como se lesse uma odisseia. Mas, por trás de sua genialidade, há uma enorme dificuldade de se relacionar com o mundo e de lidar com seus sentimentos e com as pessoas ao seu redor.

O livro de memórias – Sammie sempre teve um plano: se formar no ensino médio como a melhor aluna da classe e sair da cidade pequena onde mora o mais rápido possível. E nada vai ficar em seu caminho — nem mesmo uma rara doença genética que aos poucos vai apagar sua memória e acabar com sua saúde física. Ela só precisa de um novo plano. É assim que Sammie começa a escrever o livro de memórias: anotações para ela mesma poder ler no futuro e jamais esquecer. Ali, a garota registra cada detalhe de seu primeiro encontro perfeito com Stuart, um jovem escritor por quem sempre foi apaixonada, e admite o quanto sente falta de Cooper, seu melhor amigo de infância de quem acabou se afastando. Porém, mesmo com esse registro diário, manter suas lembranças e conquistar seus sonhos pode ser mais difícil do que ela esperava.

leituras de 2016

Já estou ansiosa para saber quais serão as minhas leituras favoritas em 2017. Acho que muitos livros legais aparecerão por aqui. Quais foram os livros que vocês curtiram ou não em 2016. Conte-me nos comentários.


Mil beijos e até mais!

12 livros para 2017 | Quero ler

21 de março de 2017

12 livros para 2017

Então chegou 2017 e com ele algumas metas literárias para cumprir e por isso vou apresentar os 12 livros que escolhi para ler nesse ano que acabou de nascer.

Na verdade, não quero colocar nenhuma pretensão literária nos próximos 365 dias. Falhei ao tentar ler 52 livros em 2016 e terminar a leitura de O Senhor dos Anéis. E isso me deixou um pouco frustrada.

Claro que há uma lista maravilhosa de livros e histórias que quero conhecer esse ano e por isso decidi dar uma prioridade aos livros que já estão há muito tempo na minha estante. Gente, eu tenho livro que comprei em 2012 e que nunca me atrevi a tirar do saquinho que o protege. Vocês tem noção?!

Os livros escolhidos foram mostrados em forma de vídeo no canal do Prateleira de Cima. Lá eu mostrei e contei a razão ter escolhido esses livros que irão enriquecer a minha lista de lidos em 2017.

Toma a lista completa com os 12 livros que quero ler em forma de foto. Claro que há muito mais livros na minha estante que estou louca para ler esse ano. Se tiverem curiosos para o que ando lendo me sigam no Skoob ou no Goodreads e saibam tudo que ando lendo, desejando ou os livros que já li.

Vocês já leram algum livro apresentado na minha lista? Quais os livros que estão querendo ler em 2017? Deixem nos comentários dicas bacanas de autores e histórias que ainda não li ou não conheço.


Mil beijos e até mais!

50 perguntas #10 | Direito ou certo

19 de março de 2017

50 perguntas #10 – Você está mais preocupado em fazer as coisas direito, ou fazer as coisas certas

Acho que finalmente chegou uma pergunta que não sei como responder. Pode parecer a mesma coisa o que está escrito na pergunta dessa semana, mas não é.

Acho que estou mais focada em fazer as coisas certas. Calma, que eu vou explicar o porquê.

Estamos sempre atrás da perfeição. Queremos que tudo seja feito no mais alto grau de perfeccionismo. Tenho um amigo que usa uma frase que caiu bem com a pergunta de hoje:

“O ótimo é inimigo do bom” (Voltaire)

Eu entendo essa frase da seguinte maneira: estamos tão empenhados atrás do ótimo, que o bom já é mais do que suficiente e esperado. O bom é o ótimo em diferentes situações de nossas vidas.

E nessa busca incessante em fazer as coisas direito, acabamos dando o melhor em projetos e atividades sem importância ou que não necessitam de tanto foco e esforço para ficar pronto. Ou mesmo nunca achamos que nosso empenho é o suficiente para aquela coisa e ela nunca fica pronta porque nunca está bom aos nossos olhos.

Fazer as coisas certas é dar foco no que é mais importante para você. É dedicar energia, disposição e conhecimento em algo que irá te trazer um retorno direto ou indiretamente. Em alguns momentos ficamos tão obcecados em fazer algo direito que não nos damos conta de que aquilo não é necessário. Meio que agimos como máquinas: sem refletir a real importancia daquilo que estamos executando.

Quando estamos fazendo as coisas certas, fazer direito é consequência. Quando há amor e dedicação, tudo acaba acontecendo direitinho, sem percebemos. Claro que não podemos esquecer que, na vida, as coisas nem sempre ocorrem da forma como gostaríamos e precisamos fazer apenas as coisas direito, infelizmente. Saber que podemos fazer as coisas certas também é algo que nos impulsiona e nos dá estímulos de continuarmos, apesar das dificuldades.

Tenho tentado buscar fazer as coisas certas. Dedicar o meu tempo e esforço para as coisas que realmente trazem valor e significado para mim nos mais diferentes níveis de minha vida. Às vezes falho, principalmente porque o meu lado virginiano continua sempre em busca do perfeccionismo em tudo que faço. Mas aos poucos e com o amadurecimento, tenho focado em coisas certas e que me tragam satisfação. A busca pelo perfeito pode se tornar não saudável e por isso me empenho mais em fazer o que é certo para mim, sabendo que nessa busca acabarei fazendo o direito.

E você: está mais focado em fazer as coisas direito ou em fazer as coisas certas??? Me contem nos comentários.


Mil beijos e até mais!

Esse post faz parte do Projeto 50 perguntas que irão libertar sua mente. Caso tenha interesse em conhecer outras perguntas publicadas e as minhas respostas, clica aqui

50 perguntas #9 | Rumo da minha vida

12 de março de 2017

50 perguntas #9: Até que ponto você realmente tem controlado o rumo que sua vida tomou?

Eu não sei muito bem explicar como aconteceu. Por muitos anos eu fiquei sem muito controle da minha vida. Sem planos, à deriva. É estranho porque ao longo desse tempo eu não me sentia assim. Sentia que estava fazendo algo para o meu futuro. Acha que estava agindo, concretizando, me preparando para o futuro e na verdade eu estava era estagnada fazendo nada. Acho que por isso eu sinta que os meus 20 anos se passaram como um flash. Como um daqueles comerciais que a gente assiste no transporte público quando se está cansado demais para pensar em algo.

Só passei a tomar as rédeas do meu destino, da minha vida de uns 4 anos para cá. Acho que ao longo desse tempo tive ciência do que estava fazendo e o que eu realmente queria para minha vida. Tive noção que o caminho estava errado, que se eu continuasse por ele, as coisas que queria concretizar não iriam acontecer. Comecei a ver as coisas que quero agregar em minha vida e o que quero levar para o futuro.

Acho que hoje, tenho estado mais no controle. Tenho planos mais concretos, mais “pé no chão” do que eu tinha há 10 anos atrás. Sei o que é importante para mim agora, o que eu realmente quero fazer. Tenho definitivamente estado no controle. Mas quero alertá-los, meus queridos leitores, que a vida não é tão fácil de se controlar. Apesar de traçarmos planos e objetivos e sabermos o que queremos para ela, a vida é algo incontrolável. O rumo, o caminho pode sair da linha que tracejamos, mas o que vale é ter noção que possíveis mudanças podem ocorrer.

Provavelmente daqui há 10 anos eu direi que o hoje, esse exato momento, era a época que eu estava mais perdida, achando que estava fazendo coisas certas e que finalmente, havia me encontrado. E na verdade, estava perdidamente perdida na vida. Ou não!


Mil beijos e até mais!

Esse post faz parte do Projeto 50 perguntas que irão libertar sua mente. Caso tenha interesse em conhecer outras perguntas publicadas e as minhas respostas, clica aqui